Ser Magro e Saudável – Mitos e Verdades
Uma pesquisa do Hospital do Coração de São Paulo (Hcor), divulgada na Folha de São Paulo, comprova essa idéia de que ser magro não é necessariamente ser saudável. Essa pesquisa foi realizada com 26 modelos entre 14 e 24 anos, que estavam desfilando no São Paulo Fashion Week e apontou que elas alimentam-se mal, são sedentárias e possuem excesso de gordura corporal, em sua grande maioria.
Além disso, vários nutrientes são consumidos abaixo da média considerada ideal como, por exemplo, o ferro, que é consumido 11 miligramas diários (o ideal é 18 miligramas) e cerca de 1,7 gramas de potássio por dia (o ideal é 3,4 gramas). Os pratos consumidos por elas possuem excesso de proteínas, além de ingerirem poucas frutas. Algumas, inclusive, são desnutridas, possuem problemas intestinais e metabólicos. E, ainda, apenas 30% das modelos avaliadas fazem exercícios físicos regularmente. Outro dado importante dessa pesquisa é que a metade delas possuíam gordura corporal superior a 20% (acima do considerado recomendado).
Por isso, nem sempre ser magro e ser saudável está diretamente ligado. Uma vida saudável requer alimentação saudável, ingestão de fibras, exercícios físicos e um percentual ideal de gordura corporal (que varia de pessoa para pessoa e gênero). Portanto, se quer perder peso, não simplesmente busque isso isoladamente, mas associe a uma vida saudável.


